Vai o menino tímido no meio da multidão
Ele já esqueceu que se chama Juvêncio
E caminha ele na rua no eterno silêncio
Vai trémulo e tímido e apertado o coração!
A mãe morreu ontem e o pai nunca teve
Vai pelo mundo sozinho andar sem amparo
Quase nu vai vestido e no rosto pouco preparo
Que da sociedade nenhuma misericórdia obteve!
Quando a fome sentir o menino Juvêncio
Irá ao lixo das esquinas tirar a refeição
Todos passam por ele, ninguém tem a reflexão
De ler nos seus olhos a fome no seu silêncio!
Quando anoitecer e sem Sol tudo ficar escuro
O menino cairá cansado numa qualquer esquina
É mais um que ao “menino-de-rua” a sorte lhe destina
E a sociedade continua no silêncio com coração duro!
Oh meu caro amigo de infâncis João Furtado.
ResponderEliminarSou Mauricio da Mata, filho da Srª Antónia Raposo Monteiro, da Ribeira Formiga. Estudamos juntos, em que a nossa professora foi Dona Lurdes.
Estou deveras emocionado em saber noticias tuas.
O meu emeil é: mauriciomata_88@hotmail.com.
Manda-me o teu para estarmos em contacto.
Aquele abraço com muita saúde e felicidades
Mauricio
Boa Noite, meu amigo, desculpa responder-te só agora, não vi a tua mensagem.
ResponderEliminarÉ com alegria que li, precisamente hoje que falei no meu poema diário sobre a Ribeira Formiga.
O meu e-mail é o joaopcfurtado@gmail.com
Vou enviar-te um e-mail para mauriciomata_88@hotmail.com, abraços