RAQUEL É DO
BEIRUTE
Raquel é do Beirute em chama
E chora seus filhos que gritam
O Céu vê a dor imensa e clama
Hiroxima e Nagasaki passaram
Dor mais alta do Beirute se eleva
Deixa dor e morte e esperança leva
Beirute vê o Cogumelo da maldade
A dor e a morte e de Raquel o choro
O buraco da maldição está na cidade
O trovão da destruição ruge em coro
É o homem que mostra sua inclinação
Mostra ao Homem seu cruel coração
O Mar receoso treme com tal sismo…
Os vidros estalam e a noiva desespera
E o padre no altar vê o inferno no cataclismo
Maior que a Corona que neste momento impera
O mundo treme e tudo se torna silencioso
Mas de nada servirá para o homem teimoso
De exemplo a
exemplo deviam ser lições
Para focarem os celeiros para o trigo
Olvidarem os arsenais de bombas e canhões
E cultivarem a Paz e evitarem o perigo
A compreensão e o respeito pelo próximo
À Raquel o direito de mimar os filhos no máximo
João Pereira Correia Furtado
07 de Agosto de 2020
Caro amigo João Furtado!
ResponderEliminarÉ sempre bom ler os seus poemas, além do mais quando se trata da atualidade que repercutiu o mundo todo. Por meio da poesia e habilidade no escrever consegues sempre em poucas palavras cativar o público leitor. Força aí!
Muito obrigado meu amigo Patrick.
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