Há anos quando era pequeno
Pouco mais de 4 anos tinha eu então
Admirava as casas enormes feitas
E as ruas e outras obras perfeitas
A minha mãe pegou-me nas mãos
E disse que tudo que eu via e admirava
As minhas mãos podiam fazer
As boas e as más obras
A paz e a guerra
O trigo plantar ou a bomba lançar
O carinho fazer ou a pedra atirar
As minhas mãos eram as armas
As armas do bem tão desejado
Ou do mal tão recusado
E tudo dependia de mim
Do uso que eu fizesse
Das lindas mãos que eu tinha!
E hoje sei que é verdade mãe…
E não posso pegar nas tuas mãos
E te dizer que tinhas razão
Tu descansas em paz no paraíso
E eu… bem eu com as minhas mãos
Aquelas mãos que tu pegaste há anos
Escrevo este poema sobre as mãos
As verdadeiras armas do bem e do mal!
13 de Junho de 2010 as 00:23
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
O DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE
O Pardal de novo à janela e triste a cantar….
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
O DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE
O Pardal de novo à janela e triste a cantar….
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O DIA DA TERRA
Hoje, 22 de Abril é o teu dia Terra
E cá estou eu à janela o mesmo cantar escuto
Enquanto o homem a vida enterra
Tu pardal continuas a dar o mesmo tributo!
Pardal inocente e belo pássaro cantante
Não precisas destruir nada para viveres
Continuas a estar perfeito e alegre e distante
Enquanto a Terra chora… escuto teus cantares…
Pardal, eu quero te pedir um favor excelente
Não pares de cantar, meu amigo inocente
Aproveita tua bela música bela e inconsciente
Para alertares os homens da situação presente!
A terra, o único planeta onde podemos viver
Tu pardal, belo e pequeno e desinteressado
E eu que estou cá e te tentar dizer
Que a terra… veja pardal, o recente passado!
A terra treme de doentias convulsões
Gripada, na Islândia Europa espira
Com dores estremece em tufões
Tornados e maremotos… grande é a ira!
Cansada a Terra tenta tirar das costas
O peso das humanas acções irreflectidas
E tu pardal amigo, alheio fazes o que gostas
Egoísta… humanamente…de ti nenhumas ajudas obtidas!
João Furtado
E cá estou eu à janela o mesmo cantar escuto
Enquanto o homem a vida enterra
Tu pardal continuas a dar o mesmo tributo!
Pardal inocente e belo pássaro cantante
Não precisas destruir nada para viveres
Continuas a estar perfeito e alegre e distante
Enquanto a Terra chora… escuto teus cantares…
Pardal, eu quero te pedir um favor excelente
Não pares de cantar, meu amigo inocente
Aproveita tua bela música bela e inconsciente
Para alertares os homens da situação presente!
A terra, o único planeta onde podemos viver
Tu pardal, belo e pequeno e desinteressado
E eu que estou cá e te tentar dizer
Que a terra… veja pardal, o recente passado!
A terra treme de doentias convulsões
Gripada, na Islândia Europa espira
Com dores estremece em tufões
Tornados e maremotos… grande é a ira!
Cansada a Terra tenta tirar das costas
O peso das humanas acções irreflectidas
E tu pardal amigo, alheio fazes o que gostas
Egoísta… humanamente…de ti nenhumas ajudas obtidas!
João Furtado
terça-feira, 20 de abril de 2010
PARDAL INOCENTE
Da janela te vejo pardal inocente
Cantando tua canção lindamente
E eu que estou muito consciente
quero alertar-te do perigo iminente
Mais sou tão pouco inteligente
Que a tua linguagem simplesmente
Jamais entrou na minha humana mente
E o mundo que os homens continuamente
Vão destruindo muito inconscientemente
A ti também pertence logicamente
E eu te vejo da minha janela, pardal inocente
cantando a bela canção da Natureza perfeitamente…
João Furtado
Praia, 19 de Abril de 2010
Cantando tua canção lindamente
E eu que estou muito consciente
quero alertar-te do perigo iminente
Mais sou tão pouco inteligente
Que a tua linguagem simplesmente
Jamais entrou na minha humana mente
E o mundo que os homens continuamente
Vão destruindo muito inconscientemente
A ti também pertence logicamente
E eu te vejo da minha janela, pardal inocente
cantando a bela canção da Natureza perfeitamente…
João Furtado
Praia, 19 de Abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
PASCOA 2010
Já se passaram 2010 anos Jesus
E todos sabem de cor as tuas palavras
São recitadas e ditas por todos
Uns com sentimentos e outros… bem
Sem pensarem que não basta falar, temos que as viver…
Cristo Jesus tu que por mim e por todos
Relegaste a Vida Divina que era tua,
Imaginaste e escolheste ser crucificado
Sem pecado, não os podias cometer,
Tomaste as tuas costas, as nossas muitas faltas
O teu único objectivo foi nos salvar, Jesus!
Não sei se conseguiste, Meu Senhor
A tua mais uma Pascoa é já no próximo Domingo e
Zelamos para um bom banquete e mesa farta
A tua compaixão e os teus ensinamentos
Rejeitamos e esquecemos deles, Jesus
E cegos não vemos os que morrem de fome…
Na terra as guerras continuam e … e…
O ódio Senhor… é a nossa bandeira, Senhor !
João Furtado
01 de Abril de 2010
E todos sabem de cor as tuas palavras
São recitadas e ditas por todos
Uns com sentimentos e outros… bem
Sem pensarem que não basta falar, temos que as viver…
Cristo Jesus tu que por mim e por todos
Relegaste a Vida Divina que era tua,
Imaginaste e escolheste ser crucificado
Sem pecado, não os podias cometer,
Tomaste as tuas costas, as nossas muitas faltas
O teu único objectivo foi nos salvar, Jesus!
Não sei se conseguiste, Meu Senhor
A tua mais uma Pascoa é já no próximo Domingo e
Zelamos para um bom banquete e mesa farta
A tua compaixão e os teus ensinamentos
Rejeitamos e esquecemos deles, Jesus
E cegos não vemos os que morrem de fome…
Na terra as guerras continuam e … e…
O ódio Senhor… é a nossa bandeira, Senhor !
João Furtado
01 de Abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
ALDA ESPIRITO SANTO
Alda, tu sabes que já fazias
Lindos e belos e perfeitos poemas
De onde a Alma do teu povo e da África
A vida e o alento ganhavam orgulhosos…
Enquanto eu, bem tu sabes como ninguém
Sem saber escrever e falar ouvia e mudo ficava
Perdido no nada que era o meu mundo,
Ignorante não percebia que os teus poemas queriam
Ressuscitar o velho homem africano
Intacto no pensamento e integro no viver
Tão independente como auto-suficiente…
Os teus poemas não são utópicos, Alda, um dia será realidade!
Sei que nunca serei poeta para imaginar e escrever
As lindas poesias como tu e apelar a elevação das consciência
Na esperança de ver o homem e a África e o mundo
Todos com o mínimo necessário para se alimentar…
Olha Alda, bem lamento… Eu continuo a não saber escrever…
João Furtado
24 de Março de 2010
Lindos e belos e perfeitos poemas
De onde a Alma do teu povo e da África
A vida e o alento ganhavam orgulhosos…
Enquanto eu, bem tu sabes como ninguém
Sem saber escrever e falar ouvia e mudo ficava
Perdido no nada que era o meu mundo,
Ignorante não percebia que os teus poemas queriam
Ressuscitar o velho homem africano
Intacto no pensamento e integro no viver
Tão independente como auto-suficiente…
Os teus poemas não são utópicos, Alda, um dia será realidade!
Sei que nunca serei poeta para imaginar e escrever
As lindas poesias como tu e apelar a elevação das consciência
Na esperança de ver o homem e a África e o mundo
Todos com o mínimo necessário para se alimentar…
Olha Alda, bem lamento… Eu continuo a não saber escrever…
João Furtado
24 de Março de 2010
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