CANCRO
C Como podes ser tão silencioso Cancer
A Apareces e cresces lenta… lentamente…
N Não dás sinal… Nenhuma dor… Nada…
C Com tuas raízes profundas e incisivas…
R Rasgas todas as esperanças muitas vezes…
O Obrigas a muita dor quando, tarde, das o alarme!
João Furtado
New Bedford, 04 de Fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
NEVE EM NEW BEDFORD
NEVE EM NEW BEDFORD
Ver pétalas do céu caindo
Brancas e fofas tal algodão
Fazem enternecer o coração
E o poeta enternece espantado!
O frio contrasta com o calor
Transmitido pela beleza
Que por momentos a natureza
Oferece-nos com muito amor!
Sente-se no paraíso certamente
Tanta é a magia que o branco
Envolve-nos de um único tranco
Que tudo se resume no presente!
João Furtado
Praia, 21 de Janeiro de 2012
Ver pétalas do céu caindo
Brancas e fofas tal algodão
Fazem enternecer o coração
E o poeta enternece espantado!
O frio contrasta com o calor
Transmitido pela beleza
Que por momentos a natureza
Oferece-nos com muito amor!
Sente-se no paraíso certamente
Tanta é a magia que o branco
Envolve-nos de um único tranco
Que tudo se resume no presente!
João Furtado
Praia, 21 de Janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
AMADEU DA ROSA
A A hora é de tristeza e de dor
M Meu grande colega e amigo
A Ainda estou estupefacto e perplexo
D Diariamente fazias a mesma trajectória
E E creio eu, até tinha a estrada na memória
U Unicamente aconteceu e ninguém sabe porque…
D Da morte e da vida fica o mistério e de ti
A Amadeu resta a saudade e a tristeza do vazio!
R Recordado estarás neste acróstico, homem
O O teu fim foi a caminho do trabalho
S Serás, repito, eternamente lembrado juro amigo...
A A família enlutada os sentimentos… muito sentidos…!
João Furtado
Praia, 18 de Janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
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