sexta-feira, 17 de novembro de 2017

NATAL PARA PARTICIPAR NO CEN




O Natal está bem longe
E tu já estas mui presente
Te vi pobre a pedir hoje
E ninguém te deu um presente

Alguém contigo se cruzou
E sentiu que estas ausente
Até da Cruz alguém falou
Mas não do Ser indigente

Tu Deus Irmão bem ciente
Te peço por nós perdão
Por não te vermos na gente

Temos duro coração
E mui pouco carente
Mas tu és pura compaixão...

João Furtado
Praia, 17 de novembro de 2017

PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA VIRTUAL CEN


TRÍVOLETRA (TC/TS): BRINCO Vários autores



TRÍVOLETRA (TC): BRINCO

B ranca brisa brinca // SOB OS TEUS CARACÓIS // só_riem tontos sóis (1)
R ico brinco di_amante // sonhos sonhados // do tempo o pêndulo. (2)
I magem divina // fértil brinco // brinca o santo destino (6)

N o lóbulo // entre fios sedosos // brilhantes cintilam (3)
C ontas caleidoscópicas // pensamentos coloridos // buscam futuro (4)
O lúdico, prazeroso // móbile // cacho precioso (5)

Marco Bastos 1
João P.C.Furtado 2, 6
Márcia Portella 3
Maria Inez Alves 4
Dirce Carneiro 5

TRÍVOLETRA (TS): BRINCO

B ranca brisa brinca // SOB OS TEUS CARACÓIS // só_riem tontos sóis (1)
R ico brinco di_amante // sonhos sonhados // do tempo o pêndulo. (2)
N o lóbulo // entre fios sedosos // brilhantes cintilam (3)
C ontas caleidoscópicas // pensamentos coloridos // buscam futuro (4)
O lúdico, prazeroso // móbile // cacho precioso (5)
I magem divina // fértil brinco // brinca o santo destino (6)

 

TRIVIOLETRA TI/TS AVALON


TRIVIOLETRA TI AVALON

A rtur e a Senhora do Lago // bruma é segredo // Lenda e facto. (4)
V oz melódica // cega marinheiro // fantasia vence o real. (2)
A Guinevere e seu amor // no lago descansam // preço da espada. (5)
L inda Morgana // SEREIA // colhe Maçã oferece espada.(1)
O fim do principio // depois da cortina // o Merlim no Tor. (6)
N a onda da espada // Excalibur // faz de Artur o invencível. (3)

TRIVIOLETRA TS AVALON

L inda Morgana // SEREIA // colhe Maçã oferece espada.(1)
V oz melódica // cega marinheiro // fantasia vence o real. (2)
N a onda da espada // Excalibur // faz de Artur o invencível. (3)
A rtur e a Senhora do Lago // bruma é segredo // Lenda e facto. (4)
A Guinevere e seu amor // no lago descansam // preço da espada. (5)
O fim do principio // depois da cortina // o Merlim no Tor. (6)

João P. C. Furtado
Praia, 13 de novembro de 2017

POEMA TRIVIOLETRA TC/TS : MARIANA Vários autores


POEMA TRIVIOLETRA TC : MARIANA

M ariana tem um duelo // lama e detritos // destruindo vidas-(2)
s férias em Chernobyl // humana ambição // deuses menores. (5)
esta saudade // Peixes mortos// Metal pesado (6)
ndevida invasão // Nação Kairós míngua // singradura-vil! (4)
s barragens destruídas  // fim de espécies // de Minas Gerais (7)
N as lamas Mari(A)na // cruzadas vidas // perfume dá náusea. (3)
A doce dor // LAMAS DE SANGUE FÉRREO // eco_logos vazio (1)

Chantal Fournet - 1
Rafael Mérida - 2, 7
João Furtado - 3, 5
Laís Müller - 4 
Janete Sales - 6

POEMA TRIVIOLETRA TS: MARIANA

doce dor // LAMAS DE SANGUE FÉRREO // eco_logos vazio (1)
M ariana tem um duelo // lama e detritos // destruindo vidas (2)
as lamas Mari(A)na // cruzadas vidas // perfume dá náusea. (3)
ndevida invasão // Nação Kairós míngua // singradura-vil! (4)
s férias em Chernobyl // humana ambição // deuses menores. (5)
esta saudade // Peixes mortos// Metal pesado (6)
s barragens destruídas  // fim de espécies // de Minas Gerais (7)


HOJE É BIÇOZA


Bem cedo acordei hoje e de ti lembrei-me
Importa dizer que neste novembro
Senti por obrigação rezar por meus falecidos
O teu amor de irmã é de recordar minha irmã Maria Isabel
Zelo teu por mim em menino ainda vive na recordação
A Paz da tua alma rezo hoje que Deus te tenha com Ele.

João Furtado

Praia, 17 de novembro de 2017

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

EMBORA TRISTES... CÁ SE ESPERA NOVO DIA...




Do céu este só sol único é presente dado
A chuva tão querida perde na memória
O povo está cansado de sentir seu brado
Ser eco oco tanto nesta terra ou na Glória

Novembro já cansado seco e sem alegria
Vai como chegou e viu por cá este povo atado
No nó do pó da terra que outro se cansaria   
Se fosse ser esta mia gente povo airado

Já no passado viu seu filho pobre gado
Por mar de Sul do mesmo mal e da miséria
Ir para nunca mais se voltar com sonhado

Se bem que agora dono da sua rédea séria
Só pensar faz o corpo ser tal morto-nado
Embora tristes... Cá se espera novo dia...    

Praia, 16 de novembro de 2017
João Furtado