quarta-feira, 25 de julho de 2012

ACAS SANTOS


ACAS SANTOS
A  Ano passado neste dia 25 de Julho
C  Comemorando o aniversário do ACAS
A  Acróstico ACAS fiz e hoje também
S  Sensibilizado fiquei com a resposta…
S  Sonante acróstico por ele feito
A  As letras do meu nome desenhado
N  Não podia me alegrar mais
T  Tenho orgulho desta amizade
A  A amizade que une dois amigos
S   São, ele o “Brasuca” e eu o “João de Praia”



25 de Julho de 2011

De João Furtado para ACAS BRASUCA
Parabens ACAS BRASUCA

A Amigo Brasuca ACAS
C Com amizade te desejo
A As maiores felicidades do mundo
S Saúde sempre e mil anos de alegria!


 
De ACAS BRASUCA para JOÃO FURTADO
*J* á recebi seu recado
*O* ntem eu estava a cismar
*A* inda me sinto jóvem
*O* uço sinos a tocar

*D* ivinos sons, estes sinos
*A* inda ressoam por nós

*P * arece que nada tinha em mente
*R * eescrevo minhas rimas, somente
*A * lmas africanas e brasucas
*I * ntenções de escrever bem
*A* o bom Deus agradeço; amém!

Em 25 de julho de 2011 04:05


De João Furtado para ACAS BRASUCA, hoje 25 de Julho de 2012

A Amigo bom dia e felicidades
C Comemore com muita alegria
A Amor da família e muita amizade
S Sempre e sempre por longos anos!

Parabéns, felicidades e longos anos de vida!
Praia, 25 de Julho de 2012,

domingo, 22 de julho de 2012

ADRIANNE


ADRIANNE

A             A Nuna faz anos e é hoje
D             Dia lindo de sol brilhante,
R             Radiante de felicidades sem fim
I               Imagino-te a soprar as velas, cinco
A             Aniversariante linda e bonita
N             Nuna, filha querida e adorável
N             Neste dia especial te desejo felicidades
E              E muitas alegrias e longos e saudáveis anos de Paz e Amor!
 


João Furtado
Praia, 22 de Julho de 2012
http://joaopcfurtado.blogspot.com

sexta-feira, 20 de julho de 2012

UMA PISTOLA VERDADEIRA



Traumatizado está o de onze
Foi a brincar e o brinquedo
Era uma pistola verdadeira
E no derradeiro esforço o de treze
Alguns passos ainda deu e quedado
No chão, perplexo suspira…

Amigos eram os dois certamente
Afirma e idade e a vizinhança
Não guardam por muito tempo
O rancor que a vida leva a mente
Enfim… A violência é nova doença
Não sei se lamento o vivo ou o corpo…
O corpo sem vida do treze
Que a bala levou do onze
Que Deus aceite a minha prece…!

João Furtado
Praia, 20 de Julho de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

SANTIAGO RURAL


SANTIAGO RURAL

S             Sem dúvidas que é um desafio
A             Aliciante e a ter em conta
N            Não sei se sou poeta a altura
T             Tal para que este poema seja feito
I              Imaginar e escrever o povo tão simpático
A             Amigo e acolhedor do nosso mundo Rural
G            Gostaria de escrever a Morabeza única
O            O saber receber do SANTIAGO RURAL…

R             Respeitam o estranho e recebem o vizinho
U            Único povo do mundo que é mestre no dar
R             Reservam o frango e os ovos para acolhimento
A             Ainda que para tal, jejum matarem com negro café…
L              Lembrarei um dia, se chegar a ser poeta, de te escrever!

João Furtado
Praia, 16 de Julho de 2012
http://joaopcfurtado.blogspot.com

sábado, 7 de julho de 2012

INSTINTO CANIBAL E DESTRUIDOR


INSTINTO CANIBAL E DESTRUIDOR
 
Sonâmbulo tal qual Zumbi caminho
Vou devagar e o meu destino infinito
É cada vez mais, o mais incerto
Mato e morro e não existo no carinho!

Por onde passo, tudo piso e maltrato
Deixo informe com louca invenção
O meu… É meu o rasto de destruição
Aprendi que o ódio é o único sentimento…

Amo o ódio com todo o meu amor
E por “da cá aquela palha” guerra declaro
Sem saber que o outro é o meu reflexo
No espelho, e quando mato-o… Perplexo
Sim, estupefacto, sinto quanto é claro
O meu instinto canibal e destruidor!

João Furtado
Praia, 07 de Julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

OLHARES DE SAUDADE visto por FILOMENA CUSTÓDIO


OLHARES DE SAUDADE

Visto por Filomena Custódio


É um romance que gira em volta de duas personagens: Jeremias e Geremias, primos, nascidos em Cabo Verde, que emigram para a Europa, neste caso da Ilha de Santiago, marcada ao longo dos anos pelo fenómeno da emigração - gente simples em busca de melhor vida.
Eles são, por assim dizer, o elo de ligação que nos permite comparar a vida dos vários ilhéus que tiveram os mesmos sonhos.
É interessante porque, localizando-os na aldeia onde vivem, no interior da ilha, isso nos permite tomar contacto com familiares e amigos do quotidiano que circundam em torno deles dando-nos uma visão dos hábitos da gente rural da ilha, humildes e honestos trabalhadores, que procuram o seu sustento na agricultura, na modelagem do barro, no comércio dos seus produtos.
Pode dizer-se que é um romance do quotidiano do emigrante, dos seus familiares e amores, que ficam, que resistem ou se desagregam deixando por vezes marcas de saudade e tristeza.
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