sexta-feira, 14 de outubro de 2016

PONTO DE VISTA





Se alguém antes escreveu
Eu sem saber plagiei na mente
Isto de arte é somente
Um alfabeto que Deus nos deu

Difícil é certamente
Ser poeta e receber do céu
A Musa do lindo véu
E impar inspiração ter diariamente

Se a minha Musa levar-te na mente
Este poema que me ofereceu
O mundo que perdoe e lamente
Maldito que plagiaste... Meu eterno réu ...



João Pereira Correia Furtado
Praia, 14 de outubro de 2016

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CANCRO DA MAMA



CANCER DE MAMA

Cheio de leite me alimentaste
Ao meu pequeno choro
Não tiveste dúvidas lá estavas
Com a minha mãe para meu consolo
E eu até te mordia as vezes
Reconhecias que era para coçar as gengivas...

De repente estás doente  mama
E é o Cancro que te consome...

Mais não sabias que era perigoso
Até nem sentias a dor de alerta
Muito silencioso não gritaste
Agora talvez seja tarde... Mas ela pode salvar-se...

FAÇA RASTREIO E SALVA A VIDA!

João Pereira Correia  Furtado

terça-feira, 11 de outubro de 2016

DILEMA





Pediram-me um poema
É para uma antologia
De inspiração sinto alergia
Sem inspirar qual será o tema?

Parei tudo e coloquei um algema
ao pensamento e sem alegria
Senti que a tristeza me consumia
Soube que Haiti chora e teve edema

Continuo sem ter algum tema
E como fazer a pedida poesia
Até já sinto em mim a azia
Do esforço para fazer um poema

Não vou escrever nenhum poema
vai uma folha em branco neste dia
Já que a Musa cansada da poesia
Deixou-me e neste grande dilema.    

João Furtado
Praia, 11 de outubro de 2016
http://joaopcfurtado.blogspot.com

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

PAZ PAZ





 P - Por homem e mulher e criança
A - Ao amor e o bem universal
Z - Zelemos todos nós pela PAZ

P - Parar e escutar é tempo
A - Abrir os braços e chamar o irmão
Z - Zéfiros de esperança abraçar.


João Furtado

Praia, 20 de Setembro de 2016

PAZ PAZ PAZ





Por ti Paz... Guerra Stop
A Terra a paz necessita
Zênite Por amor eficaz 


Para incompreensão mordaz
Ao mundo o pão e a bebida
Zunia a Paz ao vento e ao ódio diga stop.


Planta a arvore e escreva poesia feliz
Arranja enxada e quebra a arma
Zanzar no ódio deve parar e dar stop.



João P. C. Furtado
Praia, 21 de Setembro de 2016