quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Poema Trívioletra TC/TS: MINAS Vários AUTORES

Poema Trívioletra TC: MINAS 
M ina da Fábrica // Brasil é fraco // caso do desastre. (2)
I a garimpar // pisou duas minas // maldade explodiu. (3)
N efasto destino // brisa de tom cinza //  minério mortal. (4)
A morte ri desgarrada // SANGRA DOCE O RIO // vidas perdidas (1)
S
Chantal Fournet - 1
Rafael Mérida - 2
João Furtado -  3
Mónica Pamplona - 4 
Poema Trívioletra TS: MINAS
A morte ri desgarrada // SANGRA DOCE O RIO // vidas perdidas (1)
I a garimpar // pisou duas minas // maldade explodiu. (3)
M ina da Fábrica // Brasil é fraco // caso do desastre. (2)
N efasto destino // brisa de tom cinza //  minério mortal. (4)

NINO SEM DOÇURA



No tamanho pequenino
Impetuoso a falar
Natureza forte o Nino
O rigor no castigar

Não sabia quando parar
Infeliz do castigado
No filho deu pra matar
O Estevão fez-se viajado

Na memória ficou a lenda
Imprópria para infância
Nino teve sim tal prenda
O só no velho a carência

Não aguenta ele a solidão
Investe… Busca e procura
Na sua Terra a gratidão
O filho deu-lhe a doçura?

João Furtado

Praia, 23 de novembro de 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

GADO HUMANO





Vendem-se gados são da raça humana
Da África são com Europa sonham
Fugiram de tiro e fome e catana
E salvos do Mediterrâneo afogarem  

Se até a morte cá na Líbia trabalharem
Na Europa jamais serão postos de quarentena
Estiveram sim guardados em armazém
Para de chuva não morrerem... Dá pena

Vendem-se a quem dá mais por cada
Que é 400 dólares por todo trabalho
Durante a curta ou a longa vida
Dependendo do comprador o talho?

João Furtado

 Praia, 22 de novembro de 2017



FOTO DA NET



ABRAÇO PARA ANGOLA





Abraço meu para Angola literária
Nobre País africano de cultura e
Gostos e sabores especiais
O bom Funge e a boa Muamba
Lado a lado com a cachupa das Ilhas
Alegre morabeza de CABO VERDE

João Furtado
Praia, 22 de novembro de 2017

GALIZA VERSUS CABO VERDE



Gosto de ti meu CABO VERDE
A Terra que nasci ouvindo falar
Longe nasci mas tu estavas presente
Isto devo à minha mãe e meu pai
Zelosos falavam e de ti e da tua Morabeza
A Morabeza que quero enviar para a Galiza.

João Furtado
Praia, 22 de novembro de 2017

PEDRINHO E YAYA





Pedrinho e Yaya e o Chico
Eu estava em S. Tomé a estudar
Deram-me mais que uma casa
Recolheram-me e mostram-me um lar
Imensamente  grato fico e ficarei
Não esqueço esta simples família
Hoje estou a rezar por vós meus amigos
Obrigado vocês ensinaram-me que a caridade existe...

E

Yaya mãe do Chico e da Zizi
Aquela que nunca me fez sentir a diferença
Yaya tia da Conceição e mãe de todos
Acolhedor o teu sorriso que perdura em mim...


João Furtado
Praia, 22 de novembro de 2017