MULHER
M Mãe este é o teu mês, dizeM M
U Um mês só para ti... E tU U
L Longe... O teu amor incomparáveL L
H Hoje lembro-me das tuas gargalhadas... ah, ah, aH H
E Eu era táo feliz... Tenho muita saudadE... E
R Risos... Choros... Tudo em ti me faziam viveR! R
João Furtado
Praia, 06 de Março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
O CANTO DA ÂNGELA
Ângela, tu me pedes um canto
Alegre... Refugiei-me no canto
Da nossa amizade... E enquanto
lembrava da infância e do seu encanto...
Aquele Pardal e o seu alegre canto
Que enchia de melodia o meu coração
Que bela e simples era aquela canção
Cantada sem nenhuma preocupação
E com a Natural e Divina imaginação...
Esta é, Angela Furtado, a tua canção!
João Furtado
Esta é, Angela Furtado, a tua canção!
João Furtado
Praia, 05 de Março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
MINHA LOUCURA PROVÁVEL
MINHA LOUCURA PROVÁVEL
Lembrei-me hoje de ti minha Fémia-Pardal
Há quase um ano, completo, que não te oiço
Sei que é a minha sina... Amigos perder Que faço
Eu para que todos de mim fugirem... Afinal?
Tu eras o único que comigo tinhas paciência
Passavas horas e horas calmamente me ouvindo
E eu, feliz da vida, tagarelando... Tagarelando
Vi-te partir e esperei... Não voltas-te... Não sabia...
Ainda continuo sentado no mesmo lugar
E de janela vejo perto a mesma árvore frondosa
E tu? Já não estas poisada nela... Queda... Ociosa...
Quero continuar a falar... Mas sem ninguém a escutar....
Sabes, minha amiga, até falar sozinho eu podia
Mas o mundo dos homem não é como o teu mundo
Se os homens souberem e verem em mim um doido
Vão me internar, apenas porque ninguém me ouvia!
Iria gritar, berrar e dizer que sou são e saudável
E que loucos eram eles que só sabem destruir
Mas que ganharia eu? Eles de mim iriam rir
Comprovando com meu ato a loucura provável!
João Furtado
Praia, 03 de Março de 2012
Lembrei-me hoje de ti minha Fémia-Pardal
Há quase um ano, completo, que não te oiço
Sei que é a minha sina... Amigos perder Que faço
Eu para que todos de mim fugirem... Afinal?
Tu eras o único que comigo tinhas paciência
Passavas horas e horas calmamente me ouvindo
E eu, feliz da vida, tagarelando... Tagarelando
Vi-te partir e esperei... Não voltas-te... Não sabia...
Ainda continuo sentado no mesmo lugar
E de janela vejo perto a mesma árvore frondosa
E tu? Já não estas poisada nela... Queda... Ociosa...
Quero continuar a falar... Mas sem ninguém a escutar....
Sabes, minha amiga, até falar sozinho eu podia
Mas o mundo dos homem não é como o teu mundo
Se os homens souberem e verem em mim um doido
Vão me internar, apenas porque ninguém me ouvia!
Iria gritar, berrar e dizer que sou são e saudável
E que loucos eram eles que só sabem destruir
Mas que ganharia eu? Eles de mim iriam rir
Comprovando com meu ato a loucura provável!
João Furtado
Praia, 03 de Março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
GRITOS AMARGOS
GRITOS AMARGOS
Insípidas se tornaram as palavras
Tudo se tornou sem algum sentido
A arte julgada e o engenho tido
Se ocultaram e fugiram das letras!
Dizem que é o mês de alegria e amor
E o momento para poesia é propício
Mas para mim tudo está sendo fictício
Vejo guerra, fome, doença, crise e dor!
Os homens continuam os mesmos cegos
Dão esmolas a troco de ricos agradecimentos
Mas criticam os compradores de indultos…
As famílias perdendo os familiares apegos
Transformam em nus e vazios lagos
E eu, pobre de mim, solto gritos amargos!
João Furtado
Praia, 02 de Março de 2012
Insípidas se tornaram as palavras
Tudo se tornou sem algum sentido
A arte julgada e o engenho tido
Se ocultaram e fugiram das letras!
Dizem que é o mês de alegria e amor
E o momento para poesia é propício
Mas para mim tudo está sendo fictício
Vejo guerra, fome, doença, crise e dor!
Os homens continuam os mesmos cegos
Dão esmolas a troco de ricos agradecimentos
Mas criticam os compradores de indultos…
As famílias perdendo os familiares apegos
Transformam em nus e vazios lagos
E eu, pobre de mim, solto gritos amargos!
João Furtado
Praia, 02 de Março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O POEMA
Quero escrever o teu poema
Esqueci-me qual era o tema
E por muito que me esprema
De inspiração o vazio é o lema
Chorar é o que para mim resta
Vejo o mundo e nada presta
Cada vez mais vejo que empresta
A vida a dor tal que empesta!
E tu a exigires o poema que não existe
E a vida doentia que em mim persiste
Em escrever… A arte que mui insiste
Em viver, de mim, completamente distante!
Mas vou escrever um poema sem arte
Com certeza que de mim uma parte
Vai estar escrito e que não descarte
As lágrimas, de mim jamais lembrar-te!
João Furtado
Praia, 29 de Fevereiro de 2012
Esqueci-me qual era o tema
E por muito que me esprema
De inspiração o vazio é o lema
Chorar é o que para mim resta
Vejo o mundo e nada presta
Cada vez mais vejo que empresta
A vida a dor tal que empesta!
E tu a exigires o poema que não existe
E a vida doentia que em mim persiste
Em escrever… A arte que mui insiste
Em viver, de mim, completamente distante!
Mas vou escrever um poema sem arte
Com certeza que de mim uma parte
Vai estar escrito e que não descarte
As lágrimas, de mim jamais lembrar-te!
João Furtado
Praia, 29 de Fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
CONGRESSO DOS POETAS
https://sites.google.com/site/32ndworldcongressofpoets/
ANUNCIO - CONVOCATORIA
La Academia Mundial de Artes y Cultura - WAAC, desarrollará el Congreso Mundial de Poetas No. XXXII, del 4 al 7 de setiembre del 2012 en Israel y desde el 7 al 9 de setiembre...
http://www.youtube.com/watch?v=-0scpqXppTw
http://www.youtube.com/watch?v=hu1GF2yAaQs&feature=fvwrel
ANUNCIO - CONVOCATORIA
La Academia Mundial de Artes y Cultura - WAAC, desarrollará el Congreso Mundial de Poetas No. XXXII, del 4 al 7 de setiembre del 2012 en Israel y desde el 7 al 9 de setiembre...
http://www.youtube.com/watch?v=-0scpqXppTw
http://www.youtube.com/watch?v=hu1GF2yAaQs&feature=fvwrel
domingo, 26 de fevereiro de 2012
CARNAVAL
CARNAVAL
Fingir é do Carnaval
Um enorme festival
A tristeza mascarou-se de alegria!
De um mês saiu a rua
No canguru saltava a toa
Mata sem piedade, a Asfixia!
A brincar teve o enterro
da violência e do desespero
O carnaval é apenas um dia...!
João Furtado
Praia, 26 de Fevereiro de 2012
Fingir é do Carnaval
Um enorme festival
A tristeza mascarou-se de alegria!
De um mês saiu a rua
No canguru saltava a toa
Mata sem piedade, a Asfixia!
A brincar teve o enterro
da violência e do desespero
O carnaval é apenas um dia...!
João Furtado
Praia, 26 de Fevereiro de 2012
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