O MEU E O TEU POEMA
Bem na verdadeira comparação
Sou eu de poema o Lázaro
Comparado com tanto ouro
Que vi no teu e dou-te razão
Que em teus se vêem traços da musa
Que de mim sempre divorciadas
Nunca por elas senti acariciadas
Apenas sou enfim “um simples coisa”
Só me resta a impune febre
Que me obriga escrever embora pobre
Servem para comparar com a arte nobre
Que cabe a sorte e faz que o predestinado sofre
João Furtado
Praia 28 de Outubro de 2014
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