quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

AMIZADE

AMIZADE

A amizade ganha raízes profundas
Muito profundas que não arrancam
Importante é para a vida a verdadeira
Zelosa e perfeita vive de compreensão
Amor é e muito diferente não tem ciúmes
Deleita-se na sã convivência e belo abraço
Esta é a tua amizade e a minha amizade

João Furtado
Praia, 06 de dezembro de 2017

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

O POETA QUE NÃO SOU






Este é o poema
O poema que não fiz
Não fiz um poema hoje
Hoje o dia começou triste
Triste acordei sem escrever
Este é poema que ficou por fazer

O galo cantou e eu surdo
Surdo de tanto ouvir
Ouvir o que não devia
Não devia ouvir a Terra
A Terra a chorar no cantar do galo

O Sol nasceu e iluminou a Noite
A Noite preguiçosa desapareceu
Desapareceu o meu sono
O meu sono já sem sonhos

Levantei-me para caminhar
Caminhar para o meu futuro
O futuro que parece passado

Quero sonhar meu sonho
O meu sonho acordado que vivo

Acordado vivo dormindo o poeta que não sou.

João Furtado
Praia, 05 de dezembro de 2017

TRIVIOLETRA TC/TS: AVISO

TRIVIOLETRA TC: AVISO

A ntevisões sorrateiras // raios no espaço // promessas feitas (3)
V ista treme, garfo cai // SINAIS // casais na chuva e sol (1)
I nda que não creia // leia // do Universo são presentes (5)

S in_ais o tempo os dá // Natureza indica // cego-surdo escuta. (2)
O luar passeia // sutilezas // silhuetas, pés na areia (4)

Dirce Carneiro, 1, 5
João P.C.Furtado,2
Maria Inez Alves, 3
Celinha Viol, 4

TRIVIOLETRA TS: AVISO

V ista treme, garfo cai // SINAIS // casais na chuva e sol (1)
S in_ais o tempo os dá // Natureza indica // cego-surdo escuta. (2)
A ntevisões sorrateiras // raios no espaço // promessas feitas (3)
O luar passeia // sutilezas // silhuetas, pés na areia (4)
I nda que não creia // leia // do Universo são presentes (5)

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DA SEGUNDA-FEIRA


Semana acabou e já começou e o dia também
Eu acordo religiosamente a mesma hora
Gesto de Pai Nosso faço e peço pelo Mundo
Um oração matinal e dirigiu-me para meu canto
Na janela fixo meus olhos e vejo meu Pardal
Disse á todos que ele é livre e é e admiro
A sua dedicação diária a meu oferecer seu canto

Fez-se cativo por livre força de amizade
E de querer fazer-me meditar em mim
Imagem minha diz ele é perversa e acredito
Reparo-me no espelho e ao ver a televisão
Aquele que mata e é noticiado homem é também


João Furtado
Praia, 04 de dezembro de 2017

domingo, 3 de dezembro de 2017

SILÊNCIO QUE FALA É ESTE




Silêncio que fala é este
Nem uma vento nem uma aragem
Nem o cantar de um pássaro
Tudo calmo tudo em silêncio
A terra chora a morte dos filhos
Que um Ideal qualquer matou?

Silêncio que fala é este
Nem um grito de desespero
Nem uma onda do mar
A bater com revolta nas pedras
A terra chora a venda dos filhos
Por 400 dólares e mais nenhum tostão
Por quem julga ser dono do seu irmão?

Silêncio que fala é este
Nem no túmulo sentiria tal
Nem um ladrar do “dog” do vizinho
A mostrar-se presente para impor respeito
A terra chora a fome dos filhos
Por ganância que fez a Natureza descontrolar-se
E não ter o pão suficiente para todos?

João Furtado
Praia, 03 de dezembro de 2017

sábado, 2 de dezembro de 2017

TRÍVIOLETRA (TC/TS): APELOS

TRÍVIOLETRA (TC): APELOS
A pelo mudo // ouvido mouco // voz ao vento (2)
P regação no deserto // surdo mudo escuta // senso dos loucos.(4)
E o faz de conta // lorota que voa // um bando de à toa (3)
L oas enganosas // cabeças ocas // algozes imorais (5)
O ndas perdidas // que pregue aos peixes // Crocodilo em lágrimas. (6)
S ó voz_ e_rio // MA(I)S)_NADA // no nicho da insensatez, o homem-bicho (1)
Marco Bastos 1
Márcia Portella 2
Celinha Viol 3
João P.C. Furtado 4, 6
Maria Inez Alves 5
TRÍVIOLETRA (TS): APELOS
S ó voz_ e_rio // MA(I)S)_NADA // no nicho da insensatez, o homem-bicho (1)
A pelo mudo // ouvido mouco // voz ao vento (2)
E o faz de conta // lorota que voa // um bando de à toa (3)
P regação no deserto // surdo mudo escuta // senso dos loucos.(4)
L oas enganosas // cabeças ocas // algozes imorais (5)
O ndas perdidas // que pregue aos peixes // Crocodilo em lágrimas. (6)

PARABÉNS SILVIA MOTA



PARABÉNS SILVIA MOTA
Sol acorda Sílvia fez anos
Importas levar meus parabéns 
Levas ou peço ao Mar que seja portador
Vento linda brisa matinal
Imensa felicidade e longos anos de vida
A ti rogo que transmitas a Sílvia

Sabem que é a Sílvia que tem Mota?
Importante poetisa nobre escritora
Longo abraço meu para ela e muitos
Votos que tenha SAÚDE e PAZ e FELICIDADE
Imaginam vocês que ela é a minha mestre?
A Sílvia Mota merece longos e perfeitos anos de vida.

João Furtado
Praia, 02 de dezembro de 2017

http://joaopcfurtado.blogspot.com/2017/12/parabens-silvia-mota.html