Bela minha querida, teu sofrimento
Eu sinto dentro de mim, minha heroína
Lágrimas deito vendo-te na morfina
Ainda assim tendo alto pensamento!
De certo sabendo que tens dias contados
Esperanças tu aconselhas aos demais marcados!
Meu bem, tua memória deve ser preservada
Aqui onde quero colocar os deuses menores
Recanto este te reservo e quando morreres
Imagem tua estará neste poema lembrada,
Sei… falei contigo, ouvi-te és tão forte
E, … Deus te escolheu e te deu esta sorte!
sábado, 3 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
AS BALEIAS MORREM EM CABO VERDE
Porque estas tu tão triste Pardalito
Que nem me brindas com tua linda canção
Sinto que dói o teu sentido coração
Para estares tão calado, tão esquisito…
E eu, meu amigo irracionalmente dito
Sinto-te num silêncio tão sofrido…
Diga-me, meu amigo o que tens tido
Que em mil acontecimentos eu medito
Dizes que as baleias sufocadas
À terra estão a dar aos cinquentas
E que as mortas tristes não aguentas
Será que no mar as águas estão contaminadas?
Queres contar muito mais amigo
Mas não quero ouvir mais nada
Já tenho a vida toda desgraçada
Apenas por falar, meu amigo, contigo!
Não é fácil, te digo eu, Pardal mensageiro
Ser eu teu único e sempre confidente
E ouvir os sofrimentos tidos por ti mormente
Ainda que volúvel como és, todos passageiros!
Meu pardal, ao chorares a morte das baleias
Que em Cabo Verde tristemente se suicidaram
Mais uma vez, meu amigo Pardal, me provaram
Que o homem é único que resume-se as suas ideias!
João Furtado
Praia, 18 de Junho de 2010
Que nem me brindas com tua linda canção
Sinto que dói o teu sentido coração
Para estares tão calado, tão esquisito…
E eu, meu amigo irracionalmente dito
Sinto-te num silêncio tão sofrido…
Diga-me, meu amigo o que tens tido
Que em mil acontecimentos eu medito
Dizes que as baleias sufocadas
À terra estão a dar aos cinquentas
E que as mortas tristes não aguentas
Será que no mar as águas estão contaminadas?
Queres contar muito mais amigo
Mas não quero ouvir mais nada
Já tenho a vida toda desgraçada
Apenas por falar, meu amigo, contigo!
Não é fácil, te digo eu, Pardal mensageiro
Ser eu teu único e sempre confidente
E ouvir os sofrimentos tidos por ti mormente
Ainda que volúvel como és, todos passageiros!
Meu pardal, ao chorares a morte das baleias
Que em Cabo Verde tristemente se suicidaram
Mais uma vez, meu amigo Pardal, me provaram
Que o homem é único que resume-se as suas ideias!
João Furtado
Praia, 18 de Junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
UNESCO MANIFESTO DOIS MIL
Uma iniciativa tão boa
Num esforço sem tréguas
Este de PAZ, não só falar mais alcançar
Sem duvidas que é tão nobre
Como indispensável para este conturbado mundo
Onde houver um homem deve ser proclamada!
Marchemos unidos para a PAZ
Atrevamos pensar como Gandhi
No esforço de uma luta sem armas e sem tréguas
Inda que para tal, a morte inglória alcancemos
Faremos o que certo está, e, o mundo agradecerá
Este nobre gesto à favor da PAZ tão desejada
Sinal este que da UNESCO vem este ano
Tarde, nunca jamais será se abraçados
Os homens todos neste sentido remarem!
Do futuro os nossos filhos e netos
Orgulhosos do passado nos agradecerão
Ilustrando com o nosso exemplo
Sua Historia e seu destino futuro!
Mil razões temos, nós os homens de
Instruirmo-nos na senda da PAZ, para
Liberdade, amor e harmonia alcançarmos!
sábado, 19 de junho de 2010
JOSE SARAMAGO
José que hoje lamentavelmente partiste
O vácuo enorme que deixaste na lusofonia
Será que um dia este vazio insípido e triste
E esta sensação por ti deixada passará?
Seres prodígios e incompreensivelmente humildes
A verdade seja dita, são únicos no Mundo
Rapidamente viveste 85 anos e obras muitas feitas
Amas-te tanto a Arte em Português que
Me sinto envergonhado de te falar, mesmo hoje com
As lagrimas contidas nos olhos sofridos…
Gostaria de dar aos familiares, aos povos… ao mundo enlutado
Os meus sentidos pêsames, eu o anônimo que sente tua falta!
João Furtado
18 de Junho de 2010
O vácuo enorme que deixaste na lusofonia
Será que um dia este vazio insípido e triste
E esta sensação por ti deixada passará?
Seres prodígios e incompreensivelmente humildes
A verdade seja dita, são únicos no Mundo
Rapidamente viveste 85 anos e obras muitas feitas
Amas-te tanto a Arte em Português que
Me sinto envergonhado de te falar, mesmo hoje com
As lagrimas contidas nos olhos sofridos…
Gostaria de dar aos familiares, aos povos… ao mundo enlutado
Os meus sentidos pêsames, eu o anônimo que sente tua falta!
João Furtado
18 de Junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
MEU PARDAL QUEDA MUDO E TRISTE
MEU PARDAL QUEDA MUDO E TRISTE
Meu Pardal queda mudo e triste
Está totalmente de negro pintado
Não sei porque esta tão calado
Só sei que me faz ficar tão triste…
Dos teus ensurdecedores chilrear
Pardal meu amigo tenho saudades
E das noticias tuas necessidades
E este teu ar que tens e faz marear…
Dizes que vieste do Golfo de México
E que lá os homens estão a matar
A natureza toda por simples azar
De lançamento no mar de óleo tóxico…
E que tu meu Pardal amigo e querido
Mergulhaste na maré negra resultado
E que sou eu, o teu amigo o culpado
Do enorme e terrível mal sofrido…
Que o homem devia ter menos ganância
E explorar com a natureza com respeito
E saber escolher e não ver o mundo desfeito
Pondo em risco a vida e a nossa permanência.
Escolher energias boas e chamadas alternativas
Que a natureza prodigamente tem oferecido
Embora por homem, dizes tu, jamais merecido...
Sabias palavras, Pardal… enfim como me cativas….
E tens razão, meu amigo e tens culpa, meu amigo
Porque estar no lugar errado e na hora errada
Não sabes que o homem na sua ideia tarada
Acha-se dono e senhor único deste único abrigo?
E eu vou te perder, Pardal amigo e mensageiro
Sei, que terei outro Pardal, talvez não tão amigo
Talvez tão barulhento, talvez anunciador de perigo
É verdade, é o círculo, tudo muda, meu Pardal ligeiro!
Será que um dia, cansado de tanta asneira
O homem aprenda enfim que deve mudar
E como tu meu Pardal, resolva consertar
Tudo que tem destruído por insana loucura?
JOÃO FURTADO
Praia, 17 de Junho de 2010
Meu Pardal queda mudo e triste
Está totalmente de negro pintado
Não sei porque esta tão calado
Só sei que me faz ficar tão triste…
Dos teus ensurdecedores chilrear
Pardal meu amigo tenho saudades
E das noticias tuas necessidades
E este teu ar que tens e faz marear…
Dizes que vieste do Golfo de México
E que lá os homens estão a matar
A natureza toda por simples azar
De lançamento no mar de óleo tóxico…
E que tu meu Pardal amigo e querido
Mergulhaste na maré negra resultado
E que sou eu, o teu amigo o culpado
Do enorme e terrível mal sofrido…
Que o homem devia ter menos ganância
E explorar com a natureza com respeito
E saber escolher e não ver o mundo desfeito
Pondo em risco a vida e a nossa permanência.
Escolher energias boas e chamadas alternativas
Que a natureza prodigamente tem oferecido
Embora por homem, dizes tu, jamais merecido...
Sabias palavras, Pardal… enfim como me cativas….
E tens razão, meu amigo e tens culpa, meu amigo
Porque estar no lugar errado e na hora errada
Não sabes que o homem na sua ideia tarada
Acha-se dono e senhor único deste único abrigo?
E eu vou te perder, Pardal amigo e mensageiro
Sei, que terei outro Pardal, talvez não tão amigo
Talvez tão barulhento, talvez anunciador de perigo
É verdade, é o círculo, tudo muda, meu Pardal ligeiro!
Será que um dia, cansado de tanta asneira
O homem aprenda enfim que deve mudar
E como tu meu Pardal, resolva consertar
Tudo que tem destruído por insana loucura?
JOÃO FURTADO
Praia, 17 de Junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
AS MÃOS, VERDADEIRAS ARMAS!
Há anos quando era pequeno
Pouco mais de 4 anos tinha eu então
Admirava as casas enormes feitas
E as ruas e outras obras perfeitas
A minha mãe pegou-me nas mãos
E disse que tudo que eu via e admirava
As minhas mãos podiam fazer
As boas e as más obras
A paz e a guerra
O trigo plantar ou a bomba lançar
O carinho fazer ou a pedra atirar
As minhas mãos eram as armas
As armas do bem tão desejado
Ou do mal tão recusado
E tudo dependia de mim
Do uso que eu fizesse
Das lindas mãos que eu tinha!
E hoje sei que é verdade mãe…
E não posso pegar nas tuas mãos
E te dizer que tinhas razão
Tu descansas em paz no paraíso
E eu… bem eu com as minhas mãos
Aquelas mãos que tu pegaste há anos
Escrevo este poema sobre as mãos
As verdadeiras armas do bem e do mal!
13 de Junho de 2010 as 00:23
Pouco mais de 4 anos tinha eu então
Admirava as casas enormes feitas
E as ruas e outras obras perfeitas
A minha mãe pegou-me nas mãos
E disse que tudo que eu via e admirava
As minhas mãos podiam fazer
As boas e as más obras
A paz e a guerra
O trigo plantar ou a bomba lançar
O carinho fazer ou a pedra atirar
As minhas mãos eram as armas
As armas do bem tão desejado
Ou do mal tão recusado
E tudo dependia de mim
Do uso que eu fizesse
Das lindas mãos que eu tinha!
E hoje sei que é verdade mãe…
E não posso pegar nas tuas mãos
E te dizer que tinhas razão
Tu descansas em paz no paraíso
E eu… bem eu com as minhas mãos
Aquelas mãos que tu pegaste há anos
Escrevo este poema sobre as mãos
As verdadeiras armas do bem e do mal!
13 de Junho de 2010 as 00:23
sábado, 22 de maio de 2010
O DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE
O Pardal de novo à janela e triste a cantar….
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
De onde vens Pardal, meu amigo
Infeliz e triste como estas?
Anima-te amigo que o mundo continua!
Isto pensas tu, homem néscio e sem tino
Não vês que a tua acção está a acabar com tudo
Tens que sobreviver pensas tu e na vã vontade
Estas a acabar com tudo e julgas que vais conseguir
Repara nas espécies antes vivas que hoje são fósseis
Não sentes que é o equilíbrio da Natureza que se periga
Ao matares os que tu julgas prejudicais como as minhocas
Claro está que não terei o que dar aos meus filhos
Inválidos e esfomeados e desnutridos irão morrer e
Os gatos e as cobras, não tendo pardais para caçar
Lamentavelmente estarão condenados a morte?
De certo que não vês o equilíbrio da Natureza
As matas verdes arrasadas tanta falta fazem…
Bocas Pardal, são bocas tuas e mais nada
Inventaremos alternativas válidas e viveremos
Olha que temos conhecimentos de transformar
De fazer vitaminas e minerais e modificar genes
Imaginamos logo criamos, não precisamos
Verdadeiramente dos teus conselhos…
Eu ti digo homem, tu tudo que fazes é apenas
Remeter todos nós para um fim trágico
Sem esperanças, nem alternativas e
Infeliz e egoísta e ganancioso tu homem
Deitas tudo no lixo e em lixo tudo transformas…
Agora me fazes rir Pardal… Somos seres superiores…
Dizes a verdade homem, sois seres superiores
E irão viver sozinhos debaixo da chuva ácida…
João Furtado
22 de Maio de 2010
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