ROSEMARIE PARRA E ISABEL VARGAS
R - Repito aqui é forma de agradecimento
O - O novo e o velho são tão parecidos
S - Sem grande diferença creio eu
E - Este terror que abalou Paris
M - Mostra e prova isto mesmo
A - Apenas ou grande é o gesto seguinte
R - Reunirem os de não ao terror
I - Imaginação minha ou os senhores
E - Estão obrigados a se posicionarem....
P - Pelo seu "Excelente" o meu obrigado
A - Aqui estou com a promessa de continuar....
R - Recolher um "a" aqui outro "Z" acola
R - Rejeitar um "w" ou um "Y" que me aparece
A - Apena para confundirem os meus acrósticos!
E
ISABEL VARGAS
I - Imagino e fico a sonhar
S - Será que o meu próximo Janeiro
A - As malas farei e partirei
B - Buscarei novas aventuras
E - E regressarei já em Dezembro
L - Livre das malas para ver Cristo nascer?
V - Vou pensar e continuar
A - A sonhar neste belo sonho
R - Recordarei da Poetisa
G - Grande é a ideia e merece
A - Acreditar e passar o 2016
S - Sem nada fazer que não as viagens!
Parabéns pelo poema e obrigado por me inspirar nesta brincadeira de 2016 a viajar!
Praia, 13 de Janeiro de 2015
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
NELITA NEGRA AMADA MINHA meu primeiro RODEL
NELITA NEGRA AMADA MINHA
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Triste fico fácil se advinha
Perco o chão e não alcanço o céu!
Partes e vens espero eu
Com razão tu partes sozinha
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Choro na vazia cozinha
Recordo-me do jeito teu
Amor onde esta a farinha
Tão vazio tal coração meu…
Nelita negra amada minha
João P. C. Furtado
Praia, 08 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
É minha primeira experiência, desculpem se não cheguei ao patamar desejado. Espero críticas e apoio para poder aprender a fazer RODEL.
domingo, 11 de janeiro de 2015
OS PASSARINHOS VOAM E CANTAM
OS PASSARINHOS VOAM E CANTAM
Serenata tocava. Mariela saiu, ouviu e gostou. José Manuel tocava e cantava. Beijos trocaram. Os dois namoraram. Casamento aconteceu e os anos passaram. Filhos e netos nasceram. O Amor permaneceu. Os abraços e as caricias trocam. Crianças brincam. Mariela observa e ri. José Manuel adoeceu e morreu. Viúva chora, chora, chora... Viúva não consola. Os passarinhos voam e cantam.
João P. C. Furtado
Praia, 02 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
http://joaopcfurtado.blogspot.com
AKROPEAPAZ NUMERO CINCO
AKROPEAPAZ NUMERO CINCO
A – Amanhece cá nesta terra e é 2015 há onze dias
K – Cabo Verde é o nome das Ilhas oceânicas
O – O verde não abundou lá muito em 2014
P - Porque o castanho foi árido e continua
E - E tão seco te cobre completamente
A - Apenas o Sol diariamente nos visita
P - Pois este é amigo e fiel deseja “Happy NEW YEAR”
A - Amizade fiel também temos do mar
Z - Zeloso nos protege e nos obriga ser Arquipélago em 2015
N – Neste AKROPEAPAZ não sei se consigo pedir
U – Um AKRONEWYEAR sem repetir um ou outro tema
M – Minha memória está como está Natureza
E – Ela repete os vulcões e as secas e os naufrágios
R – Rogamos e choramos e aclamamos “basta” é novo ano
O – Obra boa tua nos dê que as dores já as tínhamos em 2014....
C – Com muita pena nossa parece que o novo e igual ao velho
I - Infelizmente é a sina nossa sofrer... Vidas perdem no mar
N – Nem por engano o céu chora das nossas lamentações
C - Com ás lágrimas insípidas e cínicas das poucas nuvens
O – O chão molhe e dele brote o Verde desejado!
Praia, 11 de Janeiro de 2015
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com
A – Amanhece cá nesta terra e é 2015 há onze dias
K – Cabo Verde é o nome das Ilhas oceânicas
O – O verde não abundou lá muito em 2014
P - Porque o castanho foi árido e continua
E - E tão seco te cobre completamente
A - Apenas o Sol diariamente nos visita
P - Pois este é amigo e fiel deseja “Happy NEW YEAR”
A - Amizade fiel também temos do mar
Z - Zeloso nos protege e nos obriga ser Arquipélago em 2015
N – Neste AKROPEAPAZ não sei se consigo pedir
U – Um AKRONEWYEAR sem repetir um ou outro tema
M – Minha memória está como está Natureza
E – Ela repete os vulcões e as secas e os naufrágios
R – Rogamos e choramos e aclamamos “basta” é novo ano
O – Obra boa tua nos dê que as dores já as tínhamos em 2014....
C – Com muita pena nossa parece que o novo e igual ao velho
I - Infelizmente é a sina nossa sofrer... Vidas perdem no mar
N – Nem por engano o céu chora das nossas lamentações
C - Com ás lágrimas insípidas e cínicas das poucas nuvens
O – O chão molhe e dele brote o Verde desejado!
Praia, 11 de Janeiro de 2015
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com
sábado, 10 de janeiro de 2015
NÃO SOU VAMPIRO
NÃO SOU VAMPIRO
lembras daquela marca
no pescoço ficou tal carimbo
A agua escondeu o vermelho
não se vê no espelho
Mas sentes no limbo
da vida a selada marca
Lê teu próprio coração
e vejas o que nele escrevi
Não sabes quanto sofri
com a distância por razão
Queres certamente me ver
Veja para o céu estrelado
Estou ai perto e ao teu lado
Como parece meu destino ser!
Não sou vampiro
Mas teu sague provei
Por ele um amor criei
E por isso só suspiro
E no teu pescoço a marca
E o desejo no meu coração
és a única e perfeita razão
De lembranças que guarda na arca!
João Furtado
Praia, 10 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
lembras daquela marca
no pescoço ficou tal carimbo
A agua escondeu o vermelho
não se vê no espelho
Mas sentes no limbo
da vida a selada marca
Lê teu próprio coração
e vejas o que nele escrevi
Não sabes quanto sofri
com a distância por razão
Queres certamente me ver
Veja para o céu estrelado
Estou ai perto e ao teu lado
Como parece meu destino ser!
Não sou vampiro
Mas teu sague provei
Por ele um amor criei
E por isso só suspiro
E no teu pescoço a marca
E o desejo no meu coração
és a única e perfeita razão
De lembranças que guarda na arca!
João Furtado
Praia, 10 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
VAI A BILHA AO CHÃO
Vem a Maria da pequena fonte
Trás com ela na cabeça a bilha
Não bebeu na fonte e sede sente
Pela calçada da antiga estrada
Não resiste e bebe e bebe da bilha
Sabe que a mãe ficará zangada
Vem o medo ao cálido e pobre coração
Maria tropeça e vai a bilha, quebra, ao chão!
Trás com ela na cabeça a bilha
Não bebeu na fonte e sede sente
Pela calçada da antiga estrada
Não resiste e bebe e bebe da bilha
Sabe que a mãe ficará zangada
Vem o medo ao cálido e pobre coração
Maria tropeça e vai a bilha, quebra, ao chão!
João Pereira Correia Furtado
Praia, 09 de Janeiro de 2015
Praia, 09 de Janeiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
NELITA NEGRA AMADA MINHA
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Triste fico fácil se advinha
Perco o chão e não alcanço o céu!
Partes e vens espero eu
Com razão tu partes sozinha
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Choro na vazia cozinha
Recordo-me do jeito teu
Amor onde esta a farinha
Tão vazio tal coração meu…
Nelita negra amada minha
João P. C. Furtado
Praia, 08 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
NELITA NEGRA AMADA MINHA
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Triste fico fácil se advinha
Perco o chão e não alcanço o céu!
Partes e vens espero eu
Com razão tu partes sozinha
Nelita negra amada minha
Coração dei-te é troféu teu
Choro na vazia cozinha
Recordo-me do jeito teu
Amor onde esta a farinha
Tão vazio tal coração meu…
Nelita negra amada minha
João P. C. Furtado
Praia, 08 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com
NELITA NEGRA AMADA MINHA
Ne/li/ta/ ne/gra a/ma/da/ mi/nha - 8
Co/ra/ção/ dei/-te é /tro/féu /teu - 8
Tris/te /fi/co /fá/cil /se ad/vi/nha - 8
Per/co o /chão /e al/can/ço o /céu! - 7
Par/tes / e /vens / es/pe/ro /eu - 8
Com/ ra/zão /tu /par/tes /so/zi/nha - 8
Ne/li/ta /ne/gra a/ma/da/ mi/nha - 8
Co/ra/ção /dei/-te é /tro/féu/teu - 8
Cho/ro /na /va/zi/a /co/zi/nha - 8
Re/cor/do/-me /do/ jei/to /teu - 8
A/mor /on/de es/tá / a/ fa/ri/nha - 8
Tu/do /va/zio/ tal /co/ra/ção/ meu... - 9
Ne/li/ta/ ne/gra a/ma/da/ mi/nha - 8
Subscrever:
Mensagens (Atom)

