POEMA TRIVIOLETRA TC: FURTADO II
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva! (1)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
A nos mais // atmosfera pesa corpo curvo // mente jovem. (5)
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! (6)
Chantal Fournet - 1, 7
Laís Müller - 2, 4
João Furtado - 3, 5
Sílvia Mota - 6
POEMA TRIVIOLETRA TS: FURTADO II
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva! (1)
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
A nos mais // atmosfera pesa corpo curvo // mente jovem. (5)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! (6)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
quarta-feira, 8 de março de 2017
POEMA TRIVIOLETRA TC: FURTADO
POEMA TRIVIOLETRA TC: FURTADO
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva (1)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
A ma as palavras // lavrando versos // em sonhos de paz
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! - 7
Chantal Fournet - 1, 7
Laís Müller - 2, 4
João Furtado - 3
Márcia Portella - 5
Sílvia Mota - 6
POEMA TRIVIOLETRA TS: FURTADO
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva! (1)
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
A ma as palavras // lavrando versos // em sonhos de paz (5)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! (6)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva (1)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
A ma as palavras // lavrando versos // em sonhos de paz
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! - 7
Chantal Fournet - 1, 7
Laís Müller - 2, 4
João Furtado - 3
Márcia Portella - 5
Sílvia Mota - 6
POEMA TRIVIOLETRA TS: FURTADO
R umando no Mundo // CABO VERDE NO POEMA // alma de maré viva! (1)
D oura a palavra // pena arguta conta // marulhar de letras (2)
T anto trabalho e arte // pouco merecido // resta agradecer (3)
F urtado é João // merece carinho // até oração! (4)
A ma as palavras // lavrando versos // em sonhos de paz (5)
O ásis da poesia // sol e beleza // água e pureza! (6)
U nídas mente-cor_ação // Princípe simples // radioso Rei (7)
HARMONIA – EU E VOCÊ
Eu e você
meu amor antigo
Em tudo
aquela harmonia
Você meu doce abrigo
Você meu doce abrigo
Meu
afeto... Minha alegria
Se eu exalto você entende
Ri e eu
sinto a consonância
Que você
sábia pretende...
Sinto a paz que você cria
Sinto a paz que você cria
Nem sempre
reina o convênio
Mas você
sabe bem sorrir
Sempre o
melhor oxigénio
Que eu vi
uma mulher parir
João Pereira Correia
Furtado
Praia, 08 de Março de 2017
A POESIA
A POESIA
P - Palavras vazias e ocas
O - O sopro de magia e arte
E - E cria a imagem da Musa
S - Sem asas voar até o infinito
I - Infinitamente poético ser
A - Assim vejo eu a poesia criada!
João Furtado
P - Palavras vazias e ocas
O - O sopro de magia e arte
E - E cria a imagem da Musa
S - Sem asas voar até o infinito
I - Infinitamente poético ser
A - Assim vejo eu a poesia criada!
João Furtado
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
LETRAS DIVORCIADAS
Levantas-te asas e partiste
E contigo levaste minha imaginação
Tenho é ânsia de escrever mas...
Revirei o baú de mim mesmo
Apenas vi vazio o meu talento
Sem tu minúsculo símbolo, não sou poeta!
Lavra uma carta e conta um conto
E no conto faz a tua própria crónica
Tive a ousadia de alto pensar
Recusei por momentos de ver a verdade
A tua ausência deixou-se sem palavras
Surdo e mudo e inglório vi-te letra....
Lá longe no céu ao sabor do vento
E informe formada nos objetos mil
Tanto te transformavas num elefante
Risonha borboleta de cinzenta alva
As rosas em ramalhetes para meu amor
Senti em mim que sem ti, letras... Nada escrevo.
Praia, 24
de Fevereiro de 2017
João Furtado
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